a terra é o meu quilombo,
meu espaço é o meu quilombo.
onde eu estou, eu estou,
onde eu estou, eu sou.
maria beatriz do nascimento
em 2015, num grupo de estudos sobre racialidade, assistimos o documentário ori, de raquel gerber (1989). o contato com esta obra, além de me emocionar, trouxe informações sobre o movimento negro nas décadas de 70 e 80 e o conhecimento da poeta e ativista maria beatriz do nascimento.
como homenagem a esta poeta, e a também a dulce piedade da silva (minha mãe), foi criada a intervenção urbana “aqui também é meu quilombo”. adesivos são colados por lugares que passamos, fotografados e as imagens são postadas no instagram. o georreferenciamento deste aplicativo possibilita, de forma metafórica, exibir nosso quilombo em várias localidades. o mapa é acessado através do perfil tambem.quilombo.
se te interessa, é possível participar deste projeto. entre em contato pelo email, com o assunto: quilombo, que envio adesivos: alexandredesena.picumah@gmail.com
…é importante ver que hoje o quilombo trás pra gente não mais um território geográfico
mas um território a nível de uma simbologia.
nós somos humanos, temos direito ao território, à terra.
várias e várias partes da minha história
me contam que eu tenho direito ao espaço que eu ocupo.
m.b.n.
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assista o documentário ori:
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